Ciência e Saúde

16/Set/2021 09:00h
Ideias para o atendimento da saúde em 2030
14/Set/2021 23:00h
Brasil volta a ter média móvel acima de 500 mortes diárias por Covid após 6 dias
14/Set/2021 19:23h
Combinação de tipos diferentes de vacinas contra a Covid pode ser vantajosa e gerar mais resposta
14/Set/2021 17:58h
Brasil, Índia e África do Sul foram focos de surgimento de novas variantes do coronavírus até junho,...
14/Set/2021 16:55h
Dois objetos com mais de 10 mil anos são achados dentro do estômago de crocodilo nos EUA
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Ciência e Saúde - G1

  • Ideias para o atendimento da saúde em 2030


    Inteligência artificial pode ser usada para fazer curadoria das informações sobre os pacientes Que panorama esperar para a saúde em 2030? O que pode ser feito na próxima década para que todo o potencial da tecnologia da informação se converta no aperfeiçoamento do atendimento das pessoas? Essa era a pergunta a ser respondida no seminário on-line ?Technology & data in 2030?, promovido pela revista ?New England Journal of Medicine Catalyst? na semana passada. Mesmo que as questões não retratem a realidade brasileira ? pelo menos a da maioria dos cidadãos, embora tenhamos ilhas de excelência que seguem os mais exigentes padrões internacionais ? acho importante jogar luz sobre o que está sendo discutido lá fora para sabermos o que cobrar de gestores e governantes. Paciente internada: inteligência artificial pode ser usada para fazer curadoria das informações Parentingupstream para Pixabay A médica Amy Merlino, diretora do setor de informação da Cleveland Clinic, hospital centenário que está entre os cinco melhores dos EUA, foi enfática ao dizer que a tecnologia não é uma barreira à empatia, nem substitui o contato humano, mas é fundamental para melhorar o atendimento. ?Temos que ampliar e consolidar a rede de informações sobre os pacientes, usando a inteligência artificial para fazer uma curadoria desses dados e filtrar o que é relevante?, afirmou, dando um exemplo fictício: ?imaginemos Maria, de 30 anos, mãe de dois filhos, com um quadro de hipertensão na última gravidez, sobrepeso e uma leve depressão. Poderemos oferecer um aplicativo de monitoramento de bem-estar para acompanhá-la que, ao mesmo tempo, compartilhará as informações com os agentes de saúde. Esses poderão pedir exames de acordo com a situação descrita na interface do app e até encaminhar Maria para um especialista se notarem que ela tem um problema mais complexo. O desafio é buscar uma solução proativa para atender a todos e atuar na prevenção, e não esperar que cada um marque uma consulta. Acho que temos muito a aprender com os aplicativos de compras, que já proporcionam uma experiência mais abrangente aos consumidores?. Em junho, a mesma publicação havia realizado um debate com foco no paciente como consumidor, apontando para uma mudança impensável há 20 anos: a crescente adoção dos relatórios feitos pelos próprios pacientes sobre sua condição de saúde para auxiliar no monitoramento e na tomada de decisões relacionadas ao tratamento. Para um sistema que sempre foi centrado na figura do médico, é um grande passo. Há dois mecanismos de medição: ?Experiência relatada pelo paciente? (?Patient reported experience?, ou Prem), que avalia a jornada do doente no hospital até a alta; e ?Desfechos medidos pelo paciente? (?Patient reported outcome measure?, ou Prom), com informações coletadas depois da alta. Ambos têm como objetivo medir a qualidade da assistência dada e devem integrar o prontuário eletrônico da pessoa. Por que o Prom vem ganhando tanto destaque? Ele contempla perguntas sobre a qualidade de vida geral e funcional do paciente, como a capacidade de realizar atividades do dia a dia, além do efeito e eficácia do tratamento. São informações que medem dor, mobilidade, fadiga e até depressão e podem, inclusive, indicar a necessidade de reinternação. Estamos longe, mas é bom saber que há um caminho a ser seguido.

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  • Brasil volta a ter média móvel acima de 500 mortes diárias por Covid após 6 dias


    País contabiliza 587.847 óbitos e 21.017.736 casos de coronavírus, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa com dados das secretarias de Saúde. Estado do AC não registrou novos casos nem mortes pela doença em 24 horas. Brasil volta a ter média móvel acima de 500 mortes diárias por Covid após 6 dias O Brasil registrou nesta terça-feira (14) 709 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 587.847 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 520 --voltando a ficar acima da marca de 500 após 6 dias. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -19% e segue apontando tendência de queda. Já são 22 dias seguidos com queda nesse comparativo. O aumento na média de mortes diárias para acima da marca de 500 é reflexo do feriado prolongado do início do mês. A média móvel atual considera os 7 dias logo após o feriado do Sete de Setembro. Como ocorre desde o início da pandemia, os dias posteriores a finais de semana estendidos trazem números maiores de casos e mortes que foram represados no feriado - o que resultou nessa subida na média. Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta terça. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período Editoria de Arte/G1 Veja a sequência da última semana na média móvel: Quarta (8): 461 Quinta (9): 457 Sexta (10): 453 Sábado (11): 468 Domingo (12): 473 Segunda (13): 467 Terça (14): 520 Em 31 de julho o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, no dia 12 de abril. Cinco estados aparecem com tendência de alta nas mortes: RO, RN, RR, CE, PI. O estado do Acre não registrou novos casos nem mortes pela doença nas últimas 24 horas. Além disso, Piauí e Sergipe não registraram mortes em seus boletins do último dia. O estado de Roraima corrigiu para baixo o total de casos registrados na pandemia, caindo de 126.855 para 125.838. Segundo a secretaria estadual, a correção foi feita após a equipe notar duplicidade de registros vindos de outros estados. Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 21.017.736 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 12.672 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 15.165 diagnósticos por dia --o menor número registrado desde 20 de maio de 2020 (quando estava em 14.647). Isso resulta em uma variação de -33% em relação aos casos registrados na média há duas semanas, o que indica queda. Em seu pior momento a curva da média móvel chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho deste ano. Mortes e casos de coronavírus no Brasil e nos estados Mortes e casos por cidade Veja como está a vacinação no seu estado Brasil, 14 de setembro Total de mortes: 587.847 Registro de mortes em 24 horas: 709 Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 520 (variação em 14 dias: -19%) Total de casos confirmados: 21.017.736 Registro de casos confirmados em 24 horas: 12.672 Média de novos casos nos últimos 7 dias: 15.165 (variação em 14 dias: -33%) Estados Em alta (5 estados): RO, RN, RR, CE, PI Em estabilidade (9 estados): SC, GO, PE, AP, RS, MT, RJ, PR, AC Em queda (12 estados e o DF): AL, PB, DF, ES, MG, SP, TO, MS, BA, PA, MA, SE, AM Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia). Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados. Vacinação Mais de 35% da população brasileira tomou a segunda dose ou a dose única e vacinas contra a Covid e, desse modo, completaram o esquema vacinal e estão totalmente imunizados. São 75.579.345 pessoas vacinadas, o que corresponde a 35,43% da população, segundo dados também reunidos pelo consórcio de imprensa. Os que estão parcialmente imunizados, ou seja, que apenas a primeira dose de vacinas, são 139.273.434 pessoas, o que corresponde a 65,29% da população. A dose de reforço foi aplicada em 152.679 pessoas (0,07% da população). Somando a primeira dose, a segunda, a única e a de reforço, são 215.009.699 doses aplicadas desde o começo da vacinação. Veja a situação nos estados Estados com mortes em alta Editoria de Arte/G1 Estados com mortes em estabilidade Editoria de Arte/G1 Estados com mortes em queda Editoria de Arte/G1 Sul PR: -12% RS: -6% SC: +6% Sudeste ES: -24% MG: -24% RJ: -9% SP: -32% Centro-Oeste DF: -23% GO: +6% MS: -42% MT: -6% Norte AC: 0% AM: -44% AP: 0% PA: -46% RO: +125% RR: +57% TO: -40% Nordeste AL: -17% BA: -43% CE: +23% MA: -61% PB: -17% PE: +2% PI: +23% RN: +64% SE: -90% Brasil Sul Sudeste Centro-Oeste Norte Nordeste a Consórcio de veículos de imprensa Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal (saiba mais). VÍDEOS: mortes por Covid por município mês a mês Números de Covid no Brasil Editoria de Arte/G1

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  • Combinação de tipos diferentes de vacinas contra a Covid pode ser vantajosa e gerar mais resposta


    Estudos apontam que combinar a vacina AstraZeneca com os imunizantes que utilizam a tecnologia de RNA mensageiro aumenta a resposta imune na comparação com o regime tradicional. Frascos com doses das vacinas da Pfizer e da AstraZeneca e da CoronaVac Adriano Ishibashi/Framephoto/Estadão Conteúdo A falta de vacina AstraZeneca levou os estados do Rio de Janeiro e São Paulo a utilizar o imunizante da PFizer na aplicação da segunda dose na vacinação contra a Covid-19. Combinar vacinas de diferentes fabricantes é seguro e eficaz? Os estudos já divulgados sobre o tema apontam que, em determinados casos, a mistura pode sim ser vantajosa e gerar uma maior resposta imune. A estratégia de Rio de Janeiro e São Paulo é baseada justamente nos dois tipos de vacinas com mais resultados já conhecidos das pesquisas sobre a chamada "vacinação heteróloga" ou "intercambialidade de vacinas". Veja abaixo o que se sabe sobre o tema: Vacina com mais estudos sobre a combinação é a AstraZeneca, que usa a tecnologia de "vetor viral", ou seja, é baseada em um vírus modificado para introduzir parte do material genético do coronavírus no organismo e induzir a proteção; Pesquisadores da Universidade de Oxford investigam desde fevereiro de 2020 as combinações; Primeira pesquisa, batizada de "Com-COV1", a combinação AstraZeneca e Pfizer em 850 voluntários com mais de 50 anos; Combinação da 1ª dose de AstraZeneca com a 2ª da Pfizer gerou mais anticorpos e células T do que o regime completo com AstraZeneca; Na Espanha, estudo CombiVacs, do Instituto de Saúde Carlos III, reuniu 676 pessoas entre 18 e 59 anos. Os resultados divulgados em maio apontam que a mistura AstraZeneca e PFizer resultou em mais que o dobro dos anticorpos gerados por duas doses de AstraZeneca; Na Coreia do Sul, estudo com 499 profissionais de saúde, concluiu no final de julho que a combinação de AstraZeneca com Pfizer gerou níveis seis vezes maiores de anticorpos neutralizantes; Na Alemanha, a chanceler Angela Merkel, de 66 anos, recebeu a 1ª dose de AstraZeneca e depois foi vacinada com a Moderna na segunda dose: objetivo era incentivar nova estratégia de vacinação após o país recomendar a AstraZeneca apenas para maiores de 60 anos. A Moderna também usa a tecnologia do RNA mensageiro (mRNA), capaz de codificar a proteína S da coroa do vírus, e o introduz no corpo com a ajuda de uma nanopartícula de gordura para induzir a proteção natural do corpo. Pesquisa na Dinamarca apontou que o regime AstraZeneca/PFizer reduziu em 88% o risco de infecção, número comparável aos 90% para o regime exclusivo da PFizer. No Brasil, desde o fim de junho as grávidas que tomaram AstraZeneca foram autorizadas a receber a Pfizer na segunda dose. Ministério da Saúde anunciou, em julho, um estudo para avaliar a necessidade de uma terceira dose para os vacinados com CoronaVac: o objetivo é avaliar eficácia da dose de reforço com um imunizante diferente. Resultados ainda não foram divulgados. Mistura com a Sputnik V Por causa de problemas no fornecimento da Sputnik V, países da América Latina precisaram adotar tática semelhante. O imunizante russo também utiliza o vetor viral. Na Argentina, a ministra da Saúde, Carla Vizzotti, anunciou no começo de agosto que os resultados preliminares indicavam resultados "satisfatórios" e "encorajadores" na combinação da Sputnik V com a AstraZeneca. Também houve testes com o imunizante da Sinopharm, mas até então os resultados não foram "conclusivos". (Abaixo, veja reportagem do Fantástico sobre países no mundo que já aplicavam doses de dois fabricantes) Novas pesquisas estudam combinação de vacinas

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  • Brasil, Índia e África do Sul foram focos de surgimento de novas variantes do coronavírus até junho, aponta estudo


    Pesquisadores brasileiros constataram que, na Europa, uma nova linhagem do coronavírus era achada a cada 300 sequenciamento genéticos do Sars-CoV-2. Já na África e na América do Sul, essa taxa era de uma nova linhagem a cada cerca de 14 a 25 genomas. Uma garota passa de bicicleta por um mural de conscientização sobre o coronavírus em Chennai, na Índia, na segunda-feira (13). Arun Sankar / AFP Uma pesquisa liderada por cientistas brasileiros, publicada na semana passada na revista "Viruses", aponta que, do início da pandemia até junho deste ano, o Brasil, a Índia e a África do Sul foram focos de surgimento de novas variantes do coronavírus. Os pesquisadores chegaram à conclusão com um modelo matemático, que aplicaram sobre 1 milhão de sequenciamentos genéticos do coronavírus feitos em todo o mundo. É por meio do sequenciamento genético que cientistas encontram mutações e novas variantes do Sars-CoV-2. A partir do modelo, os pesquisadores brasileiros constataram que, na Europa, uma nova linhagem do coronavírus era achada a cada 300 sequenciamentos. Já na África e na América do Sul, essa taxa era de uma nova linhagem a cada cerca de 14 a 25 genomas. Isso significa que, por aqui e na África, as mutações foram muito mais comuns. "É como se eu fosse na Alemanha procurar o sobrenome Silva ? vou fazer amostragem de milhares de indivíduos e encontrar dois. No Brasil, se eu fizer amostragem com 40 pessoas, vou encontrar 6, 8. As novas linhagens, as mutações em geral, são muito mais abundantes aqui", explica o virologista Fernando Spilki, autor sênior da pesquisa e professor na Universidade Feevale, no Rio Grande do Sul. O modelo precisou ser aplicado para tornar comparável a quantidade de sequenciamentos genômicos muito diferentes que os países ao redor do mundo fazem. O Reino Unido, por exemplo, é um dos países que mais sequenciam genomas. O Brasil sequencia pouco. No continente africano, de forma geral, o sequenciamento é mínimo. As maiores taxas de linhagens novas foram achadas justamente no Brasil, na África do Sul e na Índia ?países que, no período analisado pelos pesquisadores, deram origem às variantes gama, beta e delta, respectivamente. Hoje, todas são consideradas variantes de preocupação pela Organização Mundial de Saúde (OMS). "São situações preocupantes. A coisa mais importante é as pessoas entenderem que há uma relação entre dar espaço para o vírus evoluir, sofrer mutações [e] ser selecionado para linhagens que têm capacidade maior de disseminação, por exemplo. No momento em que você tem esse espaço, você dá chance para o azar de gerar número mais alto de linhagens", esclarece Spilki. O surgimento de novas variantes ou linhagens do vírus pode fazer com que, por exemplo, ele se torne resistente às vacinas existentes hoje ? ou cause uma doença mais grave. Até agora, as vacinas têm sido, de forma geral, eficazes contra as variantes que vêm surgindo ? desde que a pessoa receba as duas doses (se for o caso). 00:00 / 19:13 Vigilância genômica e pouco controle Além de Brasil, África do Sul e Índia, países como Canadá e Japão também tiveram altas taxas de surgimento de variantes ?mas é possível que, nesses casos, a seleção de amostras tenha sofrido um viés, porque existe uma tendência de sequenciar amostras de viajantes. Ou seja: várias linhagens novas eram encontradas, mas elas não surgiam dentro desses países por causa de um descontrole da pandemia ? e sim vinham de pessoas de fora. "Os países têm uma vigilância genômica muito forte em viajantes que chegam do exterior ? e por vezes você pode acabar gerando o artefato de uma diversidade maior, mas não é gerada no teu próprio país. É uma diversidade importada", avalia Spilki. É possível que esse tenha sido, também, o caso do Chile: o país aparece como tendo uma alta taxa de surgimento de variantes ? até à frente do Brasil. "Existe essa possibilidade. A gente não tem o mesmo nível de informação [sobre o caso chileno]. O Chile teve uma série de questões de sistemas de vigilância e de defesa, que devem ter incluído também isso. Porque nos países em que a gente efetivamente encontra grande diversidade ? Brasil, África do Sul e Índia ? aí sabemos que uma boa parte dela é muito gerada dentro do próprio país", afirma o virologista. Ele lembra que, no caso do Brasil, não houve bloqueios para entrada de viajantes, por exemplo. Isso facilita o surgimento de variantes. "Tivemos poucos bloqueios para chegada de novas variantes ? também influi na nossa conta. Sempre teve pessoas circulando", diz Spilki. "Nesses lugares, a gente deu espaço para que acontecesse. O mecanismo para frear isso sem dúvida era o distanciamento social, era o que nós tínhamos. Agora é a vacinação, e também o distanciamento", pontua o pesquisador. Veja VÍDEOS sobre as vacinas da Covid-19:

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  • Dois objetos com mais de 10 mil anos são achados dentro do estômago de crocodilo nos EUA


    Segundo um geólogo, os artefatos são de nativos americanos que habitaram a região há cerca de 12 mil anos. O crocodilo levado pelo grupo de caçadores possuía 4 metros de comprimento Red Antler Processing | Reprodução Dois objetos com milhares de anos foram encontrados dentro do estômago de um crocodilo no estado do Mississippi, nos Estados Unidos. A verdadeira identificação dos itens foi revelada por um geólogo. Uma sucuri viva entre 9 milhões de cobras mortas: achado traz esperança para pesquisadora no Pantanal Queimadas mataram 17 milhões de animais vertebrados no Pantanal em 2020, aponta estudo Os objetos foram encontrados por Shane Smith, proprietário da Red Antler Processing, uma loja de artigos para caça, onde o crocodilo foi levado para ter sua pele e carne processada após ter sido capturado no início de setembro. Nos Estados Unidos, a caça selvagem é permitida em determinados locais mediante uma licença especial. No momento da descoberta, Smith não soube identificar o que eram os objetos, mas achou que eram interessantes o bastante para publicar uma foto no Facebook. "Estamos abrindo alguns crocodilos grandes para ver o que está dentro de seus estômagos. Até agora, todo mundo achou algo legal. O jacaré (...) de hoje, produziu o choque do ano!!", escreveu na publicação. Objetos foram encontrados dentro do estômago do crocodilo Red Antler Processing | Reprodução O geólogo James Starnes, conseguiu identificar os objetos com base em sua pesquisa em artefatos nativos americanos encontrados no Delta do Mississippi, informou a CNN americana. Segundo ele, trata-se de um prumo, que é um objeto de metal em forma de lágrima de uso desconhecido, e uma "ponta de dardo atlatl", que pode ser usado como lança ou dardo durante a caça. O especialista aponta que os nativos americanos que habitaram a região há cerca de 12 mil anos utilizam esse tipo de tecnologia em suas tarefas diárias. Além dos artefatos, também foram encontrados ossos e escamas de peixes, ossos de pequenos mamíferos, sementes de frutas e até mesmo pequenas rochas. Os caçadores estimam que o crocodilo tinha entre 80 e 100 anos quando foi abatido. Onça-pintada ataca jacaré no Pantanal de MT LEIA TAMBÉM: Empresa anuncia US$ 15 milhões para trazer à vida um mamute extinto há 10 mil anos VÍDEO: Onça pintada ataca jacaré no Pantanal Veja mais vídeos: VÍDEO: Tartaruga gigante ataca filhote de andorinha; vídeo evidencia prática da caça

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